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SAÚDE DA CRIANÇA


Nos últimos anos, observou-se uma redução importante no risco de morte de crianças menores de 1 ano de vida em todas as regiões do Brasil. No período de 2002 a 2004, a mortalidade infantil diminuiu 7,44%, indo de 26.4 para 22.6. Entre 1990 e 2004 (Gráfico I), essa redução foi de 52,92%. A melhoria desse indicador, entre outros fatores, reflete a política nacional de atenção à saúde do Ministério da Saúde, principalmente a expansão do Programa Saúde da Família. A redução das doenças infecciosas, particularmente as imunopreveníveis como as infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b e, mais recentemente, as causadas pelo rotavírus; a redução da mortalidade por diarréia; a melhoria das condições ambientais e nutricionais da população têm sido fatores decisivos na mudança do perfil da morbimortalidade infantil
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A diminuição observada na taxa de mortalidade infantil ocorreu principalmente, pela queda do componente tardio (crianças maiores que 28 dias e menores de um ano). No período entre 1990 e 2004 a mortalidade por diarréias e por infecções respiratórias diminuiu 67,25% e 49,49%, respectivamente. Entre os anos de 2002 e 2004 a redução da mortalidade por diarréia foi de 20,49%. Verifica-se, entretanto, que persistem grandes diferenças na proporção de declínio da mortalidade infantil entre as deferentes regiões do país (Gráfico II).
A mortalidade por causas perinatais representa, atualmente, o principal contingente das mortes no primeiro ano de vida. Seus fatores causais encontram-se intimamente associados às condições de saúde da gestante e à qualidade dos cuidados prestados durante o pré-natal, o parto e a assistência ao recém-nascido.
O compromisso do Brasil com os Objetivos do Milênio e o PACTO PELA SAÚDE de 2006 colocam como prioritárias as ações que se dirigem à redução da mortalidade infantil. Entre os Objetivos do Milênio - documento pactuado pelos 191 Estados-Membros das Nações Unidas - está a redução em 2/3 da mortalidade de menores de 5 anos até o ano de 2015.
O PACTO PELA SAÚDE define o exercício simultâneo dos gestores de saúde nas 3 esferas de governo de prioridades articuladas e integradas em 3 componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS, Pacto de Gestão do SUS. O Pacto pela Vida está constituído por um conjunto de compromissos derivados da análise da situação de saúde do País. Entre as prioridades está a redução da mortalidade materna e infantil. Além da redução da mortalidade neonatal, destaca-se a recomendação para a redução dos óbitos por doença diarréica e por pneumonias.
Nos últimos anos muitos foram os esforços desenvolvidos pelo Brasil para a promoção da saúde da criança, resultando em queda na taxa de mortalidade infantil com expressiva diminuição das taxas de desnutrição e óbitos por doenças diarréicas e pneumonias em todas as regiões brasileiras.
fonte:MS

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